Ideologias capitalistas



Tornado causou destruição no sudoeste do Paraná, diz Inmet.


Internauta registrou nuvem funil no município de Pranchita (Foto: Josiane Regina / VC no G1 )

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) confirmou, na manhã desta terça-feira (14), que a destruição que deixou mais de 50 pessoas feridas em cidades do sudoeste do Paraná na segunda-feira (13) foi causada por um tornado.
Um tornado é uma coluna de ar que gira em redemoinho em uma velocidade que pode ultrapassar os 400 km/h. A Escala Fujita, de classificação dos ventos, começa em 65 km/h e chega a mais de 500 km/h. O F0 é o mais fraco e o F5 é considerado o mais forte.
Por meio de análise de imagens, o Sistema Tecnológico Simepar, que atua em parceria com o Governo do Estado, e a Somar Meteorologia já haviam classificado o evento meteorológico como tornado. Porém, ainda não é possível comprovar a intensidade do fenômeno.
Um boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual, às 12h30, indica que o número de pessoas atingidas pela chuva em todo o estado passa de 13 mil em 36 municípios do estado.
O meteorologista do Simepar Tarcízio Valentin da Costa destacou que o fenômeno não é comum no Paraná. "Isso é raro. O que acontece é que a tecnologia vem facilitando cada vez mais o registro destes eventos, fazendo a incidência parecer maior."
"Analisando as imagens, principalmente a forma como as árvores foram arrancadas pelo vento, certamente se trata de um tornado. O que não é possível, por enquanto, é afirmar a intensidade dele", observou o meteorologista do Inmet Mameds Luiz Melo.

Fonte: g1.globo.com


Além de Marte, onde já sabemos que tem água líquida fora da Terra?


Nasa divulgou nova 'selfie' do robô Curiosity, que está em missão em Marte desde 2012 (Foto: NASA/JPL-Caltech/MSSS)
A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) anunciou na segunda-feira (28) que conseguiu comprovar a existência de água líquida e corrente em Marte. A presença de água é tida como essencial para que haja vida (na Terra e, portanto, em outros planetas também). Mas para os astrônomos existir água no planeta vermelho não é nenhuma novidade.
Segundo o astrofísico Enos Picazzio, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (Universidade de São Paulo), a novidade é que agora se trata de água líquida na superfície, ainda que em pequena quantidade e dependente de estação sazonal (no inverno marciano a água congela, no verão ela descongela e desce as montanhas).
"A presença de água em Marte já era conhecida. A maior parte da água que restou está concentrada abaixo da superfície, no estado sólido, devido à baixa temperatura local"
Mas Marte não é o único lugar fora da Terra a possuir água. Cientistas já detectaram a presença de água em Ganímedes e Europa (luas de Jupíter), e Encelado e Titã (luas de Saturno), por exemplo. A diferença é que a água nessas luas está em oceanos localizados abaixo de uma crosta de gelo.
O estado físico em que a água se apresenta depende da pressão e da temperatura do planeta. "A atmosfera é importante para manter líquidos na superfície, pois além de gerar pressão ela pode manter a temperatura mais estável. Além disso, a atmosfera é indispensável para que ocorram ciclos com evaporação e precipitação (chuvas)", diz o astrofísico Denilso Camargo, cientista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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